Itapoá inicia operações – Guia Marítimo

Complexo recebeu seu primeiro navio, o Cap San Lorenzo.O Porto Itapoá começou oficialmente ontem as suas operações com a chegada do primeiro navio, o Cap San Lorenzo, da Aliança Navegação e Logística, que chegou por meio de cabotagem.
De acordo com o diretor Comercial do porto, Patrício Júnior, o início das atividades do porto é motivo de orgulho para os investidores e colaboradores: “A partir de agora, Itapoá está incluída entre as principais rotas marítimas do mundo”, enfatizou.
Já se passaram 18 anos desde o início do projeto até agora e cerca de R$ 500 milhões provenientes da iniciativa privada foram investidos no complexo.Durante este período, foram conquistadas as licenças e garantias de órgãos internacionais, federais, estaduais, municipais e intervenientes como Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Cesportos (Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos), Corpo de Bombeiros, Ibama, Fatma, ISPS Code (Código de Segurança Internacional para Navios e Portos) e Receita Federal.
O Porto Itapoá é um terminal privativo de uso misto para a movimentação de contêineres e tem como acionistas a Portinvest Participações (Grupo Battistella e LOGZ Logística Brasil S.A.) e a Aliança Navegação e Logística (Grupo Hamburg Süd). Inicialmente movimentará cerca de 350 mil contêineres/ano. A partir do início das operações, já se projeta a capacidade de movimentação de 600 mil contêineres/ano com as ampliações de cais e pátio. Em sua terceira, e última fase de ampliação o porto terá condições de ultrapassar a marca de 1,3 milhões de contêineres ano.
Com localização geográfica estratégica, com profundidade natural de 16 metros e águas calmas da Baía da Babitonga, o terminal está preparado para receber navios de grande porte, com capacidade para aproximadamente 9 mil Teus, já na primeira fase. Até a conclusão das obras da SC-415, rodovia prevista para ser entregue no último trimestre deste ano, o Porto Itapoá pretende investir aproximadamente R$ 8 milhões na pavimentação de trechos de acesso alternativos por dentro da cidade e em medidas compensatórias para possibilitar o trânsito temporário dos caminhões rumo ao terminal.

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