Antaq autoriza empresa responsável pelo Cais do Porto – Portos e Navios

O secretário da Casa Civil do Rio Grande do Sul, Carlos Pestana, assinou na última quarta-feira, 27, o acordo com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) que autoriza a empresa responsável pela revitalização do Cais Mauá a apresentar os projetos arquitetônicos para a Prefeitura de Porto Alegre.

O termo, assinado em reunião na Câmara de Conciliação da Advocacia Geral da União (AGU), em Brasília, eliminaria os últimos entraves burocráticos para a efetiva revitalização do cais.

Segundo Pestana, na próxima semana deve ser agendada uma reunião com os empresários espanhóis para solicitar a entrega da documentação.

“Esta autorização permite que a prefeitura já inicie a análise dos projetos. Desta forma podemos agilizar esta etapa que só poderia ser feita após o fim das negociações com a Antaq. Esperamos que as obras iniciem ainda este ano”, afirma Pestana.

A expectativa é que na próxima reunião, em 24 de agosto, seja homologado o acordo, que prevê o repasse integral à Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) do valor pago pelos investidores pela utilização da área, e com isso, a desistência por parte da Antaq da ação no Supremo Tribunal Federal (STF).

O projeto de reforma do Cais do Porto, que prevê a adaptação dos antigos armazéns, a construção de três edifícios na área das docas, perto da atual Rodoviária, assim como de um shopping center cerca do Gasômetro.

O projeto de reforma prevê investimentos totais de R$ 400 milhões e foi feito pela consultoria gaúcha M.Stortti. Agora ele e é conduzido por um escritório de arquitetura espanhol e pela empresa do ex-governador do Paraná, Jaime Lerner.

Setor de TI desistiu
Independente de qual seja o futuro do Cais do Porto, uma coisa é certa. TI não será uma parte muito importante dele.

Entidades do setor, encabeçadas pela Assespro-RS, se mobilizaram até 2008 para que o projeto incluísse uma área exclusiva para companhias de tecnologia, nos moldes do que foi feito no Porto
Digital de Recife.

Frente à pouca receptividade da administração pública e das diversas indas e vidas do projeto, as entidades acabaram abandonando a iniciativa.

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